“Professores evangélicos impedem ensino da história e cultura africana nas escolas”, diz pesquisadora.

cultura africana

Uma lei que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas estaria sendo descumprida devido à atuação de professores evangélicos, que estariam sendo um “entrave” no assunto. A afirmação é da professora Ana Célia da Silva, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

do GNotícias

A lei 10.639, publicada em janeiro de 2003, prevê que os alunos aprendam sobre os ancestrais africanos e sua cultura e história. Numa entrevista ao portal EBC, Ana Célia diz que a religião e a falta de formação dos professores são os principais pontos que dificultam a colocação da lei em prática.

“O desafio maior hoje é a atuação das igrejas evangélicas através dos professores evangélicos que, em sua grande maioria, demonizam tudo em relação à história e cultura afro-brasileira. Porque a história e cultura afro-brasileira parte da religiosidade, da cultura, e eles acham que tudo é demônio”, queixou-se a professora.

Ana Célia diz que “uma pesquisa feita por uma aluna de Salvador mostrou que os professores recebem os livros do MEC e escondem da diretora para não levar para a sala quando tem uso do ‘demônio’, como eles chamam”.

A professora, que se dedica ao estudo da representação do negro nos livros didáticos, diz que houve avanços desde que a lei foi publicada, mas ainda há dificuldades. “O grande entrave à lei hoje são, primeiro, os professores evangélicos; Segundo, a formação, por [causa da] falta de continuidade nos cursos de formação dos professores”.

De acordo com Ana Célia, o texto da lei tem um ponto falho, pois não prevê a exigência do ensino de história e cultura afro-brasileira nas universidades, o que resultaria na formação de novos professores com conhecimento sobre o tema.

“O grande defeito da lei é não abranger os cursos de formação. Isso foi intencional. Eles vetaram o artigo que tornava obrigatório que todo professor de licenciatura passasse por essa formação”, reclamou Ana Célia.

Recentemente a UFBA e outras universidades estaduais e federais acrescentaram disciplinas sobre cultura e história africana ao currículo de seus cursos.

  • Adaptado para o blog Coração Filosofante, por Baruch Amanuensis.

Disponível em:

http://www.geledes.org.br/professores-evangelicos-impedem-ensino-da-historia-e-cultura-africana-nas-escolas-diz-especialista/#gs.kXdi7qI

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70 comentários sobre ““Professores evangélicos impedem ensino da história e cultura africana nas escolas”, diz pesquisadora.

  1. Cambada de gente alienada e mal informada, cadê o respeito? Isso faz parte da História, há provas, fatos e argumentos que a cultura afro fez (e ainda faz) parte da nossa cultura. Quando vão entender a não enfiar religiosidade no meio? Vamos ter mais respeito e passar para as crianças, por favor!

    1. Sou professora de História e faço questão de ensinar história e não religião qq q seja e deixo bem claro q TODAS são ótimas quem não presta são os imbecis q as usam ou com fanátiamo ou para explorar o outro ser humano.

  2. O grande problema é que não cabe ao Estado ensinar sobre religião, religião e religiosidade devem ser ensinadas dentro de casa e pesquisados por quem quer que se interesse. Escola é lugar de coletividade, de multiplicidade. Não de ações e escolhas individuais. Sou contra qualquer tipo de ensino religioso em escolas. Escola tem que educar com conhecimento científico. Fatos comprovados e experimentados. Por isso que a educação brasileira não chega a lugar algum. Os ricos continuam se qualificando e os pobres trocando cebolas.

    1. Fala sério amigo e pura ignorância sua acho que devemos sim te o estudo de educação religiosa sim,agora o preconceito já inicia cria raizes da onde deveriam corta.ser fossem assim educação aprendia tambem em casa escola na teria escola para que.

    2. Cara, Cultura envolve mais que religião, como hábitos, crenças, tradições etc.

      Assim como outro rapaz comentou, aprendi também sobre a cultura grega e romana na escola… Pq grego e romano pode, afro não?

      Ninguém está falando de ensinar a religião africana e sim a sua cultura. O que acontece é que na cultura afro, há uma forte influência de religiosidade nas tradições deles.

      Se escola não deve ensinar também hiatória, então parem o mundo que eu quero descer!!!!!!!

    3. A lei não trata apenas de religião mas sim de toda a história dos afro descendentes, população essa que compõe 50% de nossa população.

    4. Mas não se trata de ensino religioso, mas de ensino de história da África, por exemplo. Mesmo quando se trata de falar de religiões africanas, a perspectiva é história e sociológica, e, muitas vezes, elas são referidas como mitologias justamente para não criar resistência dos alunos mais desnorteados justamente pela religião que trazem de casa. É triste, pois continuamos a fazer o que o colonizadores fizeram: usar o cristianismo para escravizar e destruir a cultura e os povos tanto do Brasil quanto da África.

    5. Jorge, religião faz parte da história. Você não estudou as Cruzadas, a Inquisição, a chegada dos jesuítas no Brasil? Pois bem, essa história excluiu tudo o que aconteceu com a população negra, que é metade da população brasileira. Se estuda uma coisa, tem que estudar a outra.

    6. Mas o ensino da cultura africana, conforme estabelecido não tem nada a ver com proselitismo religioso. A atitude desses professores evangélicos é totalmente errada.

  3. Eis aí um exemplo clássico do que deve ser identificado como racismo.
    Desde os meus tempos de ginásio me foram dadas aulas de cultura grega e romana.Das políticas às religiões e isto sempre foi considerado bom para o desenvolvimento intelectual do indivíduo. E agora já tardiamente o conselho de ensino das faculdades brasileiras tenta sanar essa deficiência e se vê impedida por essa gente estupida que só tem afrontado o verdadeiro cristianismo com seu preconceito inaceitável.

  4. Quanta ignorância dessas professoras impedindo o conhecimento da real história do Brasil um pais formado desde sua origem por afrodescendentes trazidos como escravos dos detentores de um poder -oco -por dominar os sem defesa !!!

  5. Engraçado! ir estudar ou trabalhar quando e feriado santo que eles não acreditam pode né , agora um trabalho sobre outras culturas e crenças não pode, isso só mostra a insignificância e o grau de imbecilidade destes que se dizem evangélicos onde a tolerância com certeza não faz parte do seu dia a dia.

  6. Como professor de História, fico preocupado com esta onda conservadora que vem varrendo o país e que se traduz em ações e inúmeros preconceitos em especial contra os negros e os indígenas em nosso país. Antes de quaisquer crenças ou estilos de vida, o professor é obrigado a entender que somos um país no qual, constitucionalmente, todas as manifestações culturais e religiosas são livres; além de serem livres, são também passíveis de estudo e de discussão, tendo os alunos o direito de conhecer estas manifestações para perceber a riqueza cultural do país e se relacionar melhor em sociedade, sabendo respeitar o “outro”.

  7. Já ouviram falar do pró seletismo que a LDB condena? Já pensou se os professores ateus podassem na escola qualquer manifestação de religiosidade? A inteligência é congênita da ignorância!

    1. Cultura africana não tem a ver com religião apenas, as religiões fazem parte de toda uma vivência. Se aprende sobre Lutero na escola, está no programa há anos para alunos de qualquer raça, então qual o problema de ensinar sobre os costumes das religiões afro também?

    2. Não se tata de “ensinar” a religião africana nem fazer proselitismo religioso, mas a cultura africana , que engloba vários aspectos, entre eles a religião.

    3. E precisa? Já somos obrigados. O cristianismo foi usado para nos escravizar; foi a ideologia que destruiu nossa cultura, que demonizou nossos ritos, que nos obrigou a usar roupas europeias num país tropical! Porque é uma religião doente que tem vergonha do corpo.

    1. Animais como vc deveriam ser exterminado. Não cristãos. Seu retardado. Se não tem o que falar fique quieto. Use a boca pra falar e não o cu. Pq só tá saindo.merda.

    2. O Senhor Marco Sousa disse que tem raiva dos evangélicos por causa de suas práticas intolerantes mas consegue ser bem pior que eles no seu comentário. Repense seus conceitos sobre tolerância, Até porque quem realmente entende de História, principalmente quando se trata da reforma protestante, deveria saber que não podemos colocar ” todos os evangélicos no mesmo saco”. Existem diversas linhas teológicas, que divergem em vários aspectos. Devemos trabalhar de forma a conciliar ideologias,formas de pesamentos e dogmas religiosos, para uma convivência pacífica, e jamais instigar o ódio contra qualquer grupo, até porque não acredito que na massa de evangélicos, nem todos dividam as mesmas opiniões. Além do mais, discurso de tolerância sem bases coerentes se torna vazio, e pode ser usado até para esconder uma raiva pessoal. UM educador precisa estar acima disso e saber que o diálogo deveria se sobrepor a violência. Obrigado

    3. Exterminado deveria ser o seu comentário infeliz !!!! Não se combate ódio com um ódio mais explícito ainda. Não lutamos contra pessoas, mas sim contra ideologias que desrespeitem o ser humano, sejam quais forem sua religião, cor, posição social. Sou protestante, educador e peço que os “meus” professores de ensino religioso sejam cautelosos e nunca tendenciosos. Do mesmo jeito que setores evangélicos sejam tão proselitistas e preconceituosos, existem esquerdistas “de bar” , fomentadores de de uma doutrina perseguidora a vários ramos cristãos. E vale lembrar que o Estado é laico sim, mas o povo, não !!!!!

  8. Sou evangélico, e isso não tem nada de religiosidade, e minha querida ana Cecília se fosse obrigatório o ensino ai sim teriamos uma falha…

    Respeitem nossos princípios bíblicos não religiosos, muito menos dito por homens mais por Deus o criador de todas as coisas.

    Paz de cristo para todos, que Deus os proteja debaixo de suas asas. Amem.

    1. Vc vive no Brasil?
      Sabia que o Brasil é um estado laico?
      Sou cristão e não tenho preconceitos. Quando era criança, tinha a matéria chamada religião, até então obrigatória, onde era ensinado apenas o cristianismo. Será que estava correto?
      Se vivo em um estado laico e escola era pública, não poderiam impor uma religião. Ensina todas ou nenhuma.

      Enquanto existi na política uma “bancada evangélica”, o Brasil não irá pra frente.

  9. Boa tarde.
    Desculpe-me pelo ceticismo, mas essa notícia me parece muito improvável. Digo isso porque de acordo com o noticiado, a professora Ana Célia Silva (UFBA) afirma que “[…] uma aluna de Salvador mostrou que os professores recebem os livros do MEC e escondem da diretora para não levar para a sala quando tem uso do ‘demônio’, como eles chamam”. Ora, teria nome essa aluna? De qual curso? Quem foi seu orientador e quais suas credenciais de pesquisa? Quais métodos ela usou para “mostrar” – observe a contundência do verbo, “MOSTRAR” – que os professores evangélicos fazem isso? Tal pesquisa está disponível para consulta acadêmica e pública? Acho muito fácil lançar na mídia uma notícia como essa sem apresentar dados substanciais que “comprovem” a veracidade do que é escrito, mas, percepciono que essa atitude é muita ao gosto daqueles que se apegam e propagam o estereótipo do evangélico “bitolado e fanático”. Outra coisa que me intriga, é que os livros didáticos geralmente são escolhidos pelos professores, e primeiro passam pelas mãos da (o) Coordenador(a) Pedagógico e muitas vezes nas mãos do(a) Diretor(a) da Unidade Escolar, pelo menos assim ocorre aqui em Sampa. Se na Bahia o procedimento é parecido, como os professores evangélicos esconderiam os livros da diretora? E como uma pesquisa, ainda que in loco fora capaz de mostrar isso? Sou professor do Ensino Médio, na rede pública de SP., inclusive para turmas de EJA, uso os livros didáticos de Filosofia – Introdução à Filosofia , Marilena Chaui (Ática); Fundamentos da Filosofia, Cotrim & Fernandes (Saraiva) – , no primeiro livro, na segunda parte, unidade VIII, capítulo 24, versa sobre “A experiência do Sagrado”, com pouquíssimas referências às religiões afro-brasileiras – mas ao menos com algumas –, sobre estas eu discorro enriquecendo o conteúdo com outras referências: Bastide, Reginaldo Prandi, Arthur Ramos e mesmo Veger. No segundo livro não há um capitulo específico, mas faço adaptações para discutir sobre isso ao abordar a experiência do Sagrado, usando como modelo de exposição o já mencionado livro da Chaui – que é uma referência curricular – geralmente o diálogo estabelecido em aula é frutífero, sem qualquer demonização ou confronto, muitos alunos adeptos de religiões afro-brasileiras procuram-me após a aula para expressar contentamento, lembrando que estes mesmos alunos contribuem muito dando-nos relatos e conhecimentos de primeira mão sobre a tradição na qual estão sendo iniciados – claro que tudo isso ocorre dentro dos limites cabíveis na sala de aula. Talvez estejam faltando mais ferramental e preparo para abordagem desses temas, mas a “teoria” de sabotagem evangélica me parece um preconceito contra os mesmos e a constituição de um bode expiatório para as mazelas da sociedade brasileira. Quando tudo vai mal, a culpa é dos evangélicos!

    1. Parabéns pela coragem de expor sua posição diante de todos os depoimentos anteriores ao seu!
      Alguém do meu relacionamento postou essa matéria no Facebook, e foi um debate generalista, pontuado e rechaçador em relação aos evangélicos.
      Você está certíssimo em sua colocação.
      Achei muito interessante a forma como dispôs seu discurso. E acho que todos os professores, tenham que religião tiverem, têm que ter discernimento e ética dentro da sala de aula, para separar opinião pessoal de informações culturais que devem ser repassadas aos alunos.
      Até porque tais alunos necessitam ter conhecimento, informação suficientes para se tornarem verdadeiros “seres pensates”, com poder de decisão e capacidade de raciocínio e debate saudável, que os leve a buscar melhores condiçõe futuras para si mesmos e para a sociedade em que estão/estarão inseridos.

      1. Bom dia, RegiaMart. Desculpe a longa demora em responder-lhe.
        Agradeço suas ponderações. Penso que não faço nada além daquilo que me cabe enquanto profissional da área da educação. Um abraço afetuoso.

    2. Parabéns, Philothanatos, pela coragem de expor sua posição diante de todos os depoimentos anteriores ao seu!
      Alguém do meu relacionamento postou essa matéria no Facebook, e foi um debate generalista, pontuado e rechaçador em relação aos evangélicos.
      Você está certíssimo em sua colocação.
      Achei muito interessante a forma como dispôs seu discurso. E acho que todos os professores, tenham que religião tiverem, têm que ter discernimento e ética dentro da sala de aula, para separar opinião pessoal de informações culturais que devem ser repassadas aos alunos.
      Até porque tais alunos necessitam ter conhecimento, informação suficientes para se tornarem verdadeiros “seres pensates”, com poder de decisão e capacidade de raciocínio e debate saudável, que os leve a buscar melhores condiçõe futuras para si mesmos e para a sociedade em que estão/estarão inseridos.

  10. não só nas escolas, porem em todos segmentos da sociedade existem pessoas preconceituosas e desinformadas, vetando tudo que diz respeito a cultura afro-brasileira… são pessoas que não conhecem sua própria história e nem mesmo sua genética, alem de uma grande maioria serem manipuladas pela história pre-existente, escrita de forma distorcida e ocultando valores e personagens chaves da verdadeira história… infelizmente é assim. axé

  11. Acho extremamente urgente que se coloquem no Congresso, deputados com formação na cultura africana, leia-se com hábitos e costumes das religiões africanas para dar combate a esse tipo de desculturalização planejada que estamos vendo. A cultura negra e com ela todas as manifestações religiosas provindas daquele continente são parte da nossa história, do nosso povo e portanto formadora da cultura dessa nação. Já sofremos muito a desconfiguração do nacional, do brasileiro, com a cultura massiva norte-americana. Assim, faz-se mister que não percamos a oportunidade de reacender e reaprender a reconhecer nossas raízes cultuando o que nos faz distintos do resto do mundo. Essa atitude de imposição de nova balizes religiosas só atende ao interesses dessas igrejas alienígenas que buscam agregar o maior número possível de contribuintes, nem que seja solapando as concorrentes.

  12. Tenho formação em Licenciatura em História pela Universidade Estadual do Ma. E sentir muita falta desse assunto, mas hoje fico contente porque atualmente tem essa disciplina, no curso de História.
    Fico triste por saber que pessoas detentoras do conhecimento agem dessa forma, mas vamos a luta e mudar o rumo dessa história.

  13. esse bando de animais irracionais que se dizem crentes são mesmo a representação da besta fera que irá crescer e querer tomar conta do mundo com a intolerância religiosa..Agora tem suruba evangélica e traficante evangélico…bando de safado e caras de pau..

    http://www.97news.com.br/noticias/3541-2015/01/30/em-minas-pastor-e-preso-apos-organizar-suruba-evangelica
    http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/traficantes-evangelicos-expulsam-maes-e-filhos-de-santo-de-favelas-no-rio-de-janeiro/?cHash=803b99039ab573489ba41bcf04f1828c

    1. Você vai ver o que é intolerância religiosa, quando o Islamimismo atingir o número suficiente de adeptos no Brasil. Você não poderá nem expor um comentário contrário a eles.

  14. Ensinar a Bíblia é proibido porque o estado é laico. Mas no hora de ensinar candomblé é cultura.
    Essa hipocrisia de vocês me dá vontade de vomitar!
    Ninguém tem nada contra a cultura negra, aliás, somente um racista ignorante a limita á religião.
    Todavia o estado é laico, ensino religioso é inconstitucional e candomblé é tão religioso quanto o cristianismo. Vocês, hipócritas, costumam chamar o cristianismo de religião e a adoração a outras coisas de cultura para proibir o ensino do primeiro e atacar quem discorda do segundo.
    Além disso, demoniologia é estudado princialmente na teologia cristã. Quem tem autoridade técnica para dizer o que é demônio ou não são os teólogos cristãos, não os ignorantes que já são enganados pelas entidades.
    Tenho uma amiga professora que relatou-me a intolerância religiosa dos livros (identifica a dos “intelectuais” que aqui chamam os evangélicos de animais irracionais). Neles constam todas as religiões, menos a evangélica. Até o budismo aparece, mas a que tem mais adébitos praticante no país é ignorada propositalmente.
    Até mesmo a professora é um ícone e ignorância, ao afirmar que “eles acham que tudo é demônio”. Não professora, vai estudar pra aprender que demônios são demônios, o que não é demônio não o é. Não é preciso ser um gênio pra saber que ela nunca expulsou um demônio na vida e fala de quem tem autoridade sobre eles.
    Vocês, intolerantes, são muio mais hipócritas do que os fariseus dos tempos de Jesus.
    Aos intolerantes e hipócritas que atacam os evangélicos, um alerta: peguem leve, daqui a 100 anos vocês saberão que estão errados.

  15. Os evangélicos sem formação acadêmica não conhece a história e interpreta a Bíblia de acordo com seus interesses da igreja ou pessoal.
    O mundo ainda será destruído pelas mãos destes analfabetos sócio religioso.

  16. Vergnhoso e ultrajante. A Doutrina da Ignorância em pró de Dogmas religiosos. Pseudo professores que utilizam da suas crenças religiosas para arregimentar e aumentar o número de Imbecis, que são previamente doutrinads, alienados e depois manipulados e explorados, financeiramente. Estas pessoas que ocupam o lugar dos verdadeiros professores, deveriam ser afastados de sala de aula. Mas os Gestores Públicos não o farão, pois geralmente do seu CURRAL, digo, base eleitoral, estão nas Igrejas Evangélicas.

  17. Muito triste e revoltante. Além do preconceito e do descumprimento da Lei, isso é uma demonstração vulgar de fanatismo religioso e lavagem cerebrala. Querem negar nossa história e cultura em detrimento de ideologias religiosas baratas vinds do oiente Médioe deturpadas pelas igrejas europeias. Acima de tudo, fazem as coisas ao inverso do que Jesus ensinou esses pastores e professores querem estar acima do Cristo.

  18. Sou realmente contra esse tipo de professor. Só que essa matéria é novembro do anos passado. Tem quase um ano! Tá difícil notícia atualizada? Ate as fotos foram copiadas.

  19. é. tá difícil assim, minha gente, quantos anos luz serão necessários para banir a ignorância neste planeta? o que Jesus veio pregar foi AMOR! e não oprimir ninguém ….que é o que o poder, venha da onde for, faz…e eles acham que estão defendendo Deus, mas só estão ofendendo….Porque Deus também fez a África, viu?

  20. Fico imaginando se todo mundo quiser que ensine algum cultura antiga nas escolas, pq nao é só a africana existem muitas outras no próprio Brasil.

  21. Li todos OS comentários a respeito do que a professora ANA CÉLIA DA SILVA(UFBA) postou aqui e sinceramente desconheço o que foi relatado,pois sou professora,evangélica,sempre trabalhei sobre a cultura afro e indígena (vejam meus traços no meu perfil),é fundamental para mim,pois trata das minhas origens.Por isso,fico indignada quando vejo tantos comentários desrespeitosos em relação aos crentes em Jesus Cristo,Como se fôssemos todos burros,ignorantes,nos colocando todos no mesmo patamar,nos comparando com corruptos que estão no governo e dizem que são evangélicos(cada pessoa é singular).Hoje em dia,tudo que não presta é atribuído aos evangélicos,por causa de alguns.Mas tudo isso que está acontecendo já está previsto na palavra de Deus,e sabemos que vai piorar(é bíblico).As pessoas falam tanto em intolerância religiosa,apenas por parte DOS evangélicos.E tudo o que proferem contra nós é o quê? Nos respeitem!

  22. Ignorando que a UNESCO também apoia essa lei já que ela juntamente com pesquisadores e mestres africanos constituiriam uma coleção de livros de Historia da África e tenta estimular o mundo a ler, por se tratar do berço da humanidade,as primeiras grandes civilizações e culturas (egípcios,yorubás,bantos,nagôs,etc). É consequência da manutenção da visão dos colonizadores e nacionalistas europeus até a atualidade e de 50 anos de precarização da educação no Brasil( entreamadas de aprofundamentos, melhorias,boas e más ações politicas) ou que permitiu e permite a manutenção dos fundamentalismos, da visão colonial,das manipulações diversas, usando muitas vezes a religião, o desconhecimento de História a ponto de cometer erros semelhante ao que a Igreja Católica e Calvinismo cometeram da Idade Média e parte da Moderna. A Igreja Católica hoje é até mais afanda que isso, através das ações dos dominicanos, jesuítas de hoje de e pastorais (Conselho Indigenista Missionario e Pastoral Afro são algumas ) a toram mais avançada que estes grupos.

  23. Eu sou professor de História da rede municipal do Rio de Janeiro e sou evangélico. Não tenho nenhum problema em abordar questões relativas a cultura africana em minhas aulas. Procuro tratar o assunto com o respeito que merece. Cultura e religião são coisas bem diferentes. E procuro deixar claro para os meus alunos que a minha fé não pode ser empecilho para que eu deixe de adquirir conhecimentos. Citando o apóstolo Paulo, “Examinai tudo, retende o bem”… É por aí que eu vou.

  24. Esse alienados deveriam cuidar mais de suas vidas e deixar os outros em paz. Não vejo nada de mais ensinar nas escolas as nossas culturas.

  25. No hace falta decir que yo practico esta religion y pido disculpas por mi humilde opinion creo que cada ser humano es dueño de opinar y de volcar su fe religiosa donde crea que realmente siente que ahi esta la verdad sin tener que atacar y lastimar los sentimientos y la fe de los demas si no donde esta el amor por el projimo , la cultura hace a un pais ,a una ciudad, algo sin cultura no tiene belleza no tiene historia y no nos olvidemos que todas las religiones conocidas tienen una historia,algunas mas ricas en su contenidos otras menos ,pero no seamos jueces de lo que es o no la verdad ,pues yo tambien tengo mi verdad y mi fe me lleva hacia ella

  26. A “pesquisadora” deveria ser honesta. Os evangélicos fundamentalistas realmente são assim, mas também tem o caso dos fundamentalistas católicos, muitos diplomados em Ciências da Religião e pertencentes às ordens religiosas que também não aceitam. São verdadeiros doutrinadores e também ignoram a diversidade. Vamos ser honestos, né? FUNDAMENTALISMO existe em qualquer vertente religiosa. Estou dizendo isso porque conheço várias escolas em que as freiras atuam como professoras (pois também são concursadas) e não aceitam tratar a questão religiosa do ponto de vista ético, mas só tratam do ponto de vista doutrinário. Hipocrisia!

  27. Infelizmente, grande parte dos evangélicos não demoniza apenas a cultura afro-brasileira, mas sim qualquer coisa que esteja fora da religião deles. Acham-se acima do bem e do mal por viverem sob os ensinamentos de um Deus “único e soberano”, mas seguem um livro escrito por homens. Vai entender a lógica desse povo…

  28. Sou professora e evangélica e discordo quando generalizam “os evangélicos”, não é bem assim até porque não posso tratar da minha religião em sala de aula, fé é algo indiscutível. Trabalho com Geografia do ensino Fundamental II e todos os anos desenvolvimento projetos com o tema África, pois entendo que temos muito o que aprender sobre essa cultura que e tão rica e cheia de mistérios e bonita de se aprender, afinal tem muito haver com a nossa. Nós que somos da fé temos mais é que alcançar esse povo e não tratar a sua cultura com algo sujo, imundo. Deus os abençoe!

  29. Nunca se ouviu falar tanto em liberdade, preconceito, racismo. As pessoas buscam o tempo todo serem aceitas lutando e criando leis. Porém a cada dia vejo pessoas bitoladas, presas pelo seu próprio sentimento de: ódio, ignorância, medo, insegurança e vazio. Um mundo que era para está se desenvolvendo, aniquila a todo momento se afundando na violência, corrupção, ganância, sem saúde, sem educação, sem respeito e moral. Mas ainda sim se vê pessoas continuarem a discutirem sobre assuntos inúteis. Entendo que precisamos de menos religiões e mais de Deus!!! Só acaba o racismo, o preconceito e se obtém a liberdade quando existe o amor e Deus é O Amor. Escolas tem coisas mais importantes a serem tratadas. Para religião existem as famílias e as instituições específicas onde podemos decidir em que acreditar e para onde ir. O Brasil é um País da Hipocrisia onde cada um tenta provar sua verdade em um lugar onde não existe verdade em nada. A minha verdade é Deus e só Nele encontraremos paz.

  30. Nao é uma cultura é uma doutrina,eles se vestem assim porque creem que com o corpo se adora, e com os seus corpos eles louvam seus deuses,desde os modelos de roupa ao cabelo,colares tudo envolve a religiao de matriz afro,ate mesmo artesanatos das feiras eles sabem disso,o que nos cristaos lutamos é que ninguem ve um pastor professor pegar um microfone e pregar no patio de uma escola,porque eles querem dar essas aulas?
    Acho que escola nao é para isso, ja fui desta religiao, e essa cultura nao se destingue na crença religiosas que eles possuem,independente de qualquer coisa é um direito do cidadão ir a escola aprender portugues,matematica,geografia,ingles….E nao chegar na escola e deparar com uma gira no patio,ou uma missa,ou um yoga,seja o que for,isso nao existe!
    E pior,alguem dizer queé bitolaçao? Nao,cabe ao estado ditar a religião que as crianças devem seguir isso é ditadura,cabe a familia ajudar no carater e na fê da criança, é direito de escolha, agora essa forçação de barra,porque queem impor seus direitos,sendo que eles ja possuen seus espaços,nos terreirod,outros paroquias,escola ensina educação e formaçao proficional, a familia ensina o caminho que a criança deve andar, e ensina sobre caracter! Que seja Jesus,o unico Salvador! A paz!

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