O manto é jogo

filosofia cinza

 

  1. É para tornar claro o meu intento e a experiência pela qual passei que me lanço à construção deste prólogo. Uma explicação, o mapa inteiro em que cada linha explica o caminho a seguir, em que palavras adequadas são escolhidas uma a uma como feijão na bacia, frase a frase, para não exagerar, não mentir, nem evitar dizer o que se passou por medo de simplesmente dar forma incomunicável à incomunicabilidade. É o contrário o que espero, mesmo não sendo possível escapar ao enredamento das palavras, instrumentos de feitiço, assim como à confusão do começo. Não espero, com isto, criar qualquer desentendimento que impeça a compreensão do material que, na forma de texto, agora dou à leitura. Li em algum lugar que o melhor prólogo é o que tem menos coisas, ou o que diz de um jeito obscuro e truncado. Infelizmente não poderei sustentar o primeiro critério sem…

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